segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Pesquisa revela vontade de crescer do empreendedor individual

Notícias

 

Uma pesquisa encomendada pelo Sebrae com 10.585 empreendedores individuais em todo o país revelou que a característica mais marcante de quem se formalizou é a vontade de crescer – 87% afirmaram que planejam faturar mais do que R$ 36 mil por ano e subir para a categoria de microempresa. 

 

O programa Empreendedor Individual foi criado pela Lei Complementar nº 128/2008 e já possibilitou a formalização de mais de 1,5 milhão de trabalhadores que viviam na informalidade. A legislação, que ampliou os benefícios da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, permite a formalização de trabalhadores por conta própria com Faturamento anual de até R$ 36 mil (limite que será ampliado para R$ 60 mil). 

 

A vantagem de ter uma empresa formal, como ter CNPJ e emitir nota fiscal, foi apontada por 60% dos entrevistados como principal motivo para a formalização. Isso demonstra o foco no desenvolvimento dos negócios, antes mesmo da busca pelos benefícios da Previdência Social, indicados como principal motivo para 37% dos entrevistados. 

 

O músico brasiliense Murilo Timo Neto é um exemplo dessa trajetória. Ele se formalizou como Empreendedor Individual e, em pouco tempo, migrou para o patamar de microempresa graças aos bons resultados. “Trabalhar como Empreendedor Individual me ajudou muito. Com a possibilidade de emitir nota fiscal, atendi clientes do governo e minha Demanda aumentou”, relata. 

 

Outro dado da pesquisa é que 57% dos empreendedores individuais já tinham seu negócio quando se formalizaram. Já 21% trabalhavam com Carteira assinada e passaram a empreender. Eles estão distribuídos em todos os segmentos: 39% atuam no comércio, 36%, em serviços, 18% na indústria e 7% na construção civil. 

 

A formalização teve especial reflexo no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que passaram a ter uma maior participação no conjunto de negócios registrados. Na região norte estão 7% do total de empreendedores individuais do país, ante 3% do total de micro e pequenas empresas. No Nordeste, a participação dos empreendedores individuais é de 22%, enquanto as MPE são 15%. E o Centro-Oeste abriga 10% dos empreendedores individuais e 7% das MPE. 

 

A pesquisa aponta ainda que 47% dos formalizados têm o ensino médio/ técnico completo, índice superior à média da população brasileira, de 26%. Mas, 69% deles aprenderam a profissão na prática, enquanto 27% adquiriram o conhecimento em cursos e treinamentos. A obtenção de empréstimos precisa ser mais trabalhada com esse público. Somente 12% buscaram crédito e menos da metade deles conseguiu o financiamento pretendido. 

Fonte: Agência SEBRAE

Classe Contábil

 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Formalização traz vantagens para o Empreendedor Individual

Notícias

 

Benefícios como previdência e capacitação melhoram a vida de trabalhadores legalizados

Marcelo Araújo

Agência Rodrigo Moreira

Motoboy Jaezer Medeiros vê importante vantagem na formalização

 

Brasília - Criado pela Lei Complementar nº 128/2008, o programa Empreendedor Individual (EI) já possibilitou a legalização de mais de 1,5 milhão de trabalhadores que viviam na informalidade. A legislação, que ampliou os benefícios da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, permite a formalização de trabalhadores por conta própria com faturamento anual de até R$ 36 mil (limite que será ampliado para R$ 60 mil).

 

A adesão ao Empreendedor Individual traz uma série de vantagens para o profissional. Ao pagar a contribuição mensal de R$ 27,25 (5% do salário mínimo) à Previdência Social, o trabalhador passa a ter direito à aposentadoria por idade: aos 60 anos, para as mulheres, e aos 65, para os homens. É preciso contribuir por pelo menos 15 anos para que se obtenha a renda mensal de um salário mínimo.

 

Desde que tenha contribuído por pelo menos um ano à Previdência, o Empreendedor Individual ainda tem direito à aposentadoria por invalidez e ao auxílio-doença. As mulheres que contribuíram pelo menos dez meses podem receber o salário-maternidade. A proteção se estende às famílias dos empreendedores individuais. A partir do primeiro pagamento em dia do profissional, sua família tem direito à pensão por morte e ao auxílio-reclusão.

 

No terreno trabalhista, o Empreendedor Individual pode registrar até um empregado, com baixo custo. Ele precisa pagar por seu funcionário 3% da Previdência e 8% de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Atualmente, o valor total fica em R$ 59,95. O empregado contribui com 8% do seu salário para a Previdência Social.

 

Desde 2010, o Sebrae realiza a Semana do Empreendedor Individual em todo o país. Nas três primeiras edições, conseguiu a marca de mais de 120 mil formalizações. Na primeira semana, em outubro de 2010, foram 46 mil; na segunda, em novembro de 2010, mais 28,8 mil; na terceira, entre 27 de junho e 2 de julho deste ano, 47,4 mil empreendedores individuais se cadastraram nas mais de cem tendas montadas nas capitais e no interior do Brasil.

 

Depois de formalizar um profissional, é necessário capacitá-lo para que ele atue no mercado de forma sustentável e consiga crescer. O Sebrae para o Empreendedor Individual (SEI), lançado em junho, tem a finalidade de levar conhecimentos sobre a gestão de um negócio aos empreendedores individuais. O SEI divide-se em sete soluções educacionais: SEI Vender, SEI Comprar, SEI Controlar Meu Dinheiro, SEI Planejar, SEI Administrar, SEI Empreender e SEI Unir Forças para Melhorar. Funciona por meio de oficinas de curta duração, cartilhas e kits educativos. Uma novidade é o envio de mensagens por celular, uma linha direta com o Empreendedor Individual.

 

Histórias

A costureira Maria de Araújo, de 54 anos, formalizou-se na cidade de Ceilândia (DF), na 3ª Semana do Empreendedor Individual. Maria trabalha na própria casa, onde faz consertos e costura peças sob encomenda. Foram 20 anos de atividades para chegar à formalização.

 

“Não sabia que era tão fácil e acessível me registrar. Legalizada, consigo descontos na hora de comprar tecidos”, diz a empreendedora. A costureira, que passou a dispor do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e da possibilidade de emitir notas fiscais, planeja fazer cursos no Sebrae para aprimorar a gestão do seu negócio.

 

Já o baiano Fabiano Barros apostou no Empreendedor Individual como uma grande mudança. Em primeiro lugar, abriu mão dos R$ 68 que recebia do programa Bolsa Família, do governo federal. Fabiano é dono de uma loja de recarga de cartuchos e manutenção de computadores em Salvador (BA). “Minha meta é crescer”, diz o empresário, que vê na possibilidade de participar de licitações uma grande vantagem.

 

Jaezer Medeiros, motoboy pernambucano, também buscou ampliar os horizontes pela formalização. A necessidade de emitir nota fiscal o estimulou a regularizar seu negócio de entrega de documentos. “A exigência de nota me impediu de prestar serviços a várias empresas. Deixei de fazer bons negócios por causa da informalidade”, lembra. “Com o registro, quero ampliar meus investimentos, chegar à microempresa e expandir meu negócio para o interior do estado”, planeja.

 

O registro realiza-se exclusivamente pelo Portal do Empreendedor . O processo é simplificado. Após o registro, o CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial são obtidos imediatamente. O empreendedor não precisa encaminhar nenhum documento para a Junta Comercial do seu estado. Além disso, dependendo da sua atividade, obtém o alvará provisório de funcionamento, com validade de 180 dias.

 

Serviço
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Fonte: Agência Sebrae

Pesquisa revela vontade de crescer do empreendedor individual

Notícias

Possibilidade de emitir nota fiscal e buscar novos clientes são o foco do levantamento

Da Redação

Brasília - Uma pesquisa encomendada pelo Sebrae com 10.585 empreendedores individuais em todo o país revelou que a característica mais marcante de quem se formalizou é a vontade de crescer – 87% afirmaram que planejam faturar mais do que R$ 36 mil por ano e subir para a categoria de microempresa.

O programa Empreendedor Individual foi criado pela Lei Complementar nº 128/2008 e já possibilitou a formalização de mais de 1,5 milhão de trabalhadores que viviam na informalidade. A legislação, que ampliou os benefícios da Lei Geral da Micro e
Pequena Empresa, permite a formalização de trabalhadores por conta própria com faturamento anual de até R$ 36 mil (limite que será ampliado para R$ 60 mil).

A vantagem de ter uma empresa formal, como ter CNPJ e emitir nota fiscal, foi apontada por 60% dos entrevistados como principal motivo para a formalização. Isso demonstra o foco no desenvolvimento dos negócios, antes mesmo da busca pelos benefícios da Previdência Social, indicados como principal motivo para 37% dos entrevistados.

O músico brasiliense Murilo Timo Neto é um exemplo dessa trajetória. Ele se formalizou como Empreendedor Individual e, em pouco tempo, migrou para o patamar de microempresa graças aos bons resultados. “Trabalhar como Empreendedor Individual me ajudou muito. Com a possibilidade de emitir nota fiscal, atendi clientes do governo e minha demanda aumentou”, relata.

Outro dado da pesquisa é que 57% dos empreendedores individuais já tinham seu negócio quando se formalizaram. Já 21% trabalhavam com carteira assinada e passaram a empreender. Eles estão distribuídos em todos os segmentos: 39% atuam no comércio, 36%, em serviços, 18% na indústria e 7% na construção civil.

A formalização teve especial reflexo no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, que passaram a ter uma maior participação no conjunto de negócios registrados. Na região norte estão 7% do total de empreendedores individuais do país, ante 3% do total de micro e pequenas empresas. No Nordeste, a participação dos empreendedores individuais é de 22%, enquanto as MPE são 15%. E o Centro-Oeste abriga 10% dos empreendedores individuais e 7% das MPE.

A pesquisa aponta ainda que 47% dos formalizados têm o ensino médio/ técnico completo, índice superior à média da população brasileira, de 26%. Mas, 69% deles aprenderam a profissão na prática, enquanto 27% adquiriram o conhecimento em cursos e treinamentos. A obtenção de empréstimos precisa ser mais trabalhada com esse público. Somente 12% buscaram crédito e menos da metade deles conseguiu o financiamento pretendido.

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Fonte: Agência Sebrae

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O sonho do próprio negócio mais próximo de virar realidade

Notícias

 

Facilidades na legalização e mudanças no limite de faturamento são incentivos

Da Redação

André Telles

O pipoqueiro Antônio Nelson é exemplo de empreendedorismo no RJ

Brasilia - Empreendedores brasileiros tiveram motivos para comemorar no mês de agosto, quando a presidente Dilma Rousseff assinou projeto de lei complementar ampliando de R$ 36 mil para R$ 60 mil a faixa limite de faturamento anual para oEmpreendedor Individual.  Essa alteração da Lei Geral, que está atualmente em votação no Congresso, “irá permitir que mais pessoas tenham acesso à formalização e ao crédito”, declarou a presidente.

O aumento de 67% no teto de faturamento vai ampliar a adesão ao sistema simplificado de formalização de negócios que já atraiu mais de 1,5 milhão de pessoas em dois anos. É o caso do Empreendedor Individual André Freire Naves, o tio André, de Brasília. “Tenho nota fiscal, posso atender a empresas, tenho previdência e os benefícios da lei”, comemora entusiasmado com a nova situação.

Como ele, centenas de milhares de brasileiros alcançaram essas e outras vantagens do programa Empreendedor Individual. O registro traz uma série de benefícios, proporciona segurança, dá perspectiva de crescimento pessoal e profissional e, sobretudo, confere cidadania.

Com o objetivo de ampliar o alcance do programa, o Sebrae, governos e outras entidades parceiras se mobilizaram para que até o final de 2011 o número de formalizados chegasse a 1,5 milhão. No entanto, quatro meses antes do término do ano, esse patamar já foi atingido. “O empreendedorismo é uma alternativa concreta de emprego e renda, como já perceberam esses novos empresários. A inserção no mercado formal traz benefícios não apenas para esses brasileiros, mas para a economia como um todo”, diz o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto.

O Sebrae aposta na capacitação desse público para que ele atue de maneira competitiva e se mantenha no mercado. “A formalização é apenas o primeiro passo. O foco é dar sustentabilidade aos negócios. Faremos isso buscando ativamente o empreendedor, indo até ele para oferecer conhecimento em gestão, planejamento e inovação”, explica o presidente do Sebrae Nacional. Profissionais de 467 categorias podem se registrar como empreendedores individuais.

O Projeto de Lei Complementar nº 591/2010 também facilita os procedimentos para dar baixa no negócio e dispensa a declaração anual do Empreendedor Individual. As pequenas empresas também serão beneficiadas com a ampliação do teto máximo de faturamento de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões, além de estímulos para exportação e possibilidades de parcelar em até 60 meses os débitos com o Simples Nacional.

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Fonte: Agência Sebrae

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Especialista recomenda criação da Sala do Empreendedor

Notícias

 

Agência Sebrae

Iniciativa faz parte da implementação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa nos municípios brasileiros

Brasília - Os municípios devem estabelecer espaços voltados ao atendimento dos empreendedores individuais (EI) e de micro e pequenas empresas (MPE). A chamada Sala do Empreendedor tem a finalidade de abrir e formalizar pequenos negócios por meio da orientação ao crédito e à gestão, entre outros benefícios. Essa foi uma das recomendações apresentadas durante o chat sobre a Implantação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, realizado nessa quarta-feira (14), no Portal do Desenvolvimento Local, com o economista Rômulo Rende, especialista em Lei Geral e consultor da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

"Nossa expectativa é que cada município tenha sua Sala do Empreendedor instalada para prestar atendimento aos donos de micro e pequenas empresas e ao empreendedor individual. Será um espaço a mais para obter informações e encontrar soluções sobre as dúvidas da Lei Geral da MPE", aconselhou Rende, em resposta aos internautas.

O consultor indicou como vantagem aos municípios que já aderiram à Lei Geral a promoção do desenvolvimento local, como é o caso da cidade de Luz, a 206 km de Belo Horizonte, que foi além do que a legislação estabelece, conforme depoimento registrado por um internauta. Ele citou as ações realizadas no município de incentivo aos empreendedores.

Essas ações, segundo as informações repassadas ao consultor, garantem ambiente favorável a empresas de todas as classes enquadradas no Simples Nacional. Luz conta também com projetos de incubadoras industriais, o que garante fácil escoamento da produção das mais de 500 empresas instaladas.

Contabilidade

Durante o bate-papo virtual, os participantes questionaram o mecanismo do artigo inserido na Lei Complementar 128/08, que criou o Empreendedor Individual, que permite a inclusão de empresas de contabilidade no Simples Nacional com recolhimento menor de tributos. Em contrapartida, essa legislação fixa que esses profissionais façam o registro e a primeira declaração da receita anual dos EI de forma gratuita.

Para os internautas, há um descompasso no entendimento da lei por alguns contadores. "Nesses casos, os empresários devem consultar a relação dos contadores optantes pelo Simples Nacional, que são obrigados a dar atendimento gratuito aos empreendedores individuais. Se não o fizerem, correm o risco de perder o registro de contabilista", apontou.

Para o consultor, as novas regras trazem mais dinheiro circulando, aumento de arrecadação e transações comerciais, o que gera mais emprego e renda nos municípios. Assim, as prefeituras contam com o apoio da CNM e do Sebrae para preparar o projeto de implantação. "Não há um modelo padrão. É preciso analisar as características de cada região, sua vocação econômica. Para cada um, há uma abordagem diferente", explicou Rende.

Fonte: Agência SEBRAE

CFC

 

 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Google participará da Feira do Empreendedor em Alagoas

Notícias

Representantes da empresa irão falar sobre importância de se investir no comércio eletrônico para captação de clientes e divulgação do negócio

Do Sebrae em Alagoas

Ilustração

 Maceió - Para ajudar empresários brasileiros a montarem seu negócio online de forma rápida, fácil e barata, a Feira do Empreendedor 2011 contará com a participação de representantes da empresa Google Brasil. Eles irão apresentar o projeto “Conecte seu negócio” ao público. A feira será realizada entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro, na Faculdade Integrada Tiradentes (Fits), em Maceió.

Resultado de parceria entre o Sebrae, o Google e a Yola, o Conecte seu negócio tem como objetivo facilitar os pequenos negócios a criarem o seu primeiro site de maneira simples e rápida. Para Fátima Santos, gerente de Acesso a Mercados do Sebrae em Alagoas, essa é uma boa oportunidade para que os empresários tirem suas dúvidas e invistam mais no comércio eletrônico.

“A internet é ferramenta fundamental na captação de clientes e na divulgação da empresa. Ao montar um estande para o Google na Feira do Empreendedor, esperamos mostrar aos donos de micro e pequenas empresas a simplificação na criação do site e as oportunidades que essa ferramenta pode trazer para manutenção, ampliação e sustentabilidade de seu negócio”, diz.

Para mais informações sobre a Feira do Empreendedor 2011 basta acessar este site.

Serviço

Sebrae em Alagoas - (82) 4009.1758 - www.al.agenciasebrae.com.br

Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Empresários veem possibilidade de crescimento com EI

Notícias

 

Trajetórias de empreendedores de Mato Grosso do Sul são transformadas com a formalização

 

Laryssa Caetano, Jornal Conexão Sebrae - Ed. 58

Campo Grande - Inicialmente atraídos pelos benefícios fiscais, muitos empreendedores individuais viram na formalidade o primeiro degrau na escada do sucesso e, como o empresário Leandro Gettner, de Campo Grande, começaram a escalar o próximo.

 

Prestador de serviços de manutenção em equipamentos industriais, Leandro iniciou na atividade aos 13 anos e, hoje, com 26, visualiza um negócio em expansão. “Eu comecei cedo e há quatro anos vi uma possibilidade de gerir meu próprio negócio”, relembra. Com a empresa Gettner buscou oferecer um serviço diferenciado: especializou-se na área.

 

“Fiz muitos cursos em outros estados e foi o que inclusive, me garantiu uma boa clientela aqui” conta. Formalizado como Empreendedor Individual (EI), o jovem empresário, que hoje tem dois funcionários e atende a 70 empresas, viu o faturamento aumentar e agora precisa migrar para o sistema de microempresa.

 

Com o aumento dos lucros, pretende dar o próximo salto: abrir uma loja. “Muita gente precisa ver a loja para ver que o negócio é sério, isso vai ampliar o meu mercado”, explica.

 

Descalça em seu ateliê em Campo Grande, a empresária que produz bichos de tecido para decoração, Letícia Brito, conta como foi sua tragetória nos negócios. “Eu desenvolvia as criações no meu quarto, minha família viu nas minhas criações uma oportunidade de negócio sério, porque, até então, eu decorava festas de conhecidos”, recorda.

 

À vontade entre ursos, galos, bonecas e uma infinidade de criações de tecido, Brito se formalizou no EI e depois migrou para microempresa, após ver as vendas aumentarem. “São seis funcionárias e clientes em vários estados brasileiros e no exterior”. Julio César da Silva, técnico do Sebrae explica a mudança “o objetivo era esse mesmo, fazer do EI uma alavanca para a empresa crescer cada vez mais, é natural que agora comecem a migrar para o sistema de microempresa”.


Vantagens

Em Dourados, empreendedores como o pintor Serafin Pereira Santos e a cabeleireira Lucy Clemência de Souza vêem no EI a estabilidade do negócio. “Desde 1972 sou pintor e só no ano passado consegui tirar o CNPJ e agora até o Governo do Estado eu atendo”, anima-se Serafin.

Diarista desde os quinze anos, Lucy mudou de profissão e vislumbrou no EI uma oportunidade imediata. “Eu tinha feito um curso básico de cabeleireira, fiz o Nascer Bem (projeto do Sebrae para quem quer abrir empresa) e fui para o EI por conseqüência”. Formalizada, reconhece os benefícios. “Com nota fiscal, compro direto da fábrica, o que me proporciona custos mais baixos”.

 

Serviço
Sebrae em Mato Grosso do Sul
(67) 3389-5536 - www.ms.agenciasebrae.com.br
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

 

Fonte: Agência Sebrae