terça-feira, 13 de setembro de 2011

Empresário pode aprender a usar a internet para vender

Notícias

Cursos oferecidos na Feira do Empreendedor de Salvador, que tem inscrições gratuitas pelo site até 30/09, capacitam para vendas online

·                     Lidiane Borges

Ilustração

 Salvador - Além dos expositores que vão oferecer softwares com preços acessíveis para Empreendedores Individuais (EI) e micro e pequenas empresas, a Feira do Empreendedor que acontece de 4 a 8 de outubro, em Salvador, no centro de Convenções, vai oferecer 20 eventos de capacitação de Soluções Digitais e E-Commerce. Os eventos acontecerão nas salas Mercado I, Espaço do Conhecimento, Inclusão Digital, EI, Cine Empresarial e Empreendedorismo.

 

Entre as palestras estão: “Pequenos Negócios: Como utilizar de forma lucrativa as ferramentas digitais”, “O empreendedor no Século XXI”, “Internet para pequenos negócios” e “Fazendo Negócios através do Facebook e Twitter”. Já as oficinas abordarão temas como “Divulgando meu negócio na Internet”, “Como montar uma Loja Virtual” e “Como montar um website”.

 

De acordo com a coordenadora da Feira do Empreendedor, Adriana Moura, as oficinas e os seminários são muito importantes para promover a inclusão digital dos empresários de micro e pequenos negócios e os EI. “As capacitações vão ajudar os empresários a entenderem qual a melhor solução e o melhor caminho para colocar suas empresas na internet”, ressalta.

 

As oficinas tem investimentos de R$ 10,00 e as palestras, R$ 20,00, sendo que alguns eventos são gratuitos. A programação completa pode ser conferida no site e as inscrições nos eventos pagos podem ser feitas até o dia 30 de setembro, com o pagamento em cartão de crédito, boleto ou transferência bancária. Para participar dos eventos gratuitos, o visitante deverá reservar a sua vaga no dia e local da capacitação, no Centro de Convenções, em Salvador.

 

Comércio eletrônico

A Feira do Empreendedor vai abrigar dois eventos sobre comércio eletrônico. O primeiro, Ciclo MPE.net, acontece no dia 6 de outubro, das 8h às 18h, e vai promover o Ciclo de Seminários de Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa (MPE), abordando temas como soluções de pagamento online, logística, segurança, infraestrutura tecnológica e exportação. Na programação estão palestras como “Montando e Operando uma Loja Virtual de Sucesso”, “Gestão de e-Commerce” e “Bolsa de Negócios do Sebrae e Click Marketing”. A a inscrição para os seminários é gratuita. Basta se cadastrar no site www.ciclo-mpe.net.

 

Outro curso é o E-Commerce Meeting, no dia 7 de outubro, das 8h30 às 12h. Neste, os participantes terão as palestras “Montando e operando uma Loja Virtual de sucesso”, “Soluções de logística para o Comércio Eletrônico”, “Publicidade e Webmarketing” e “Meios de Pagamento seguros na internet”. Para participar é necessário fazer a inscrição no endereço www.ecommercemeeting.com.br e levar 1 kg de alimento não perecível, que deve ser entregue no local do curso.

 

É importante lembrar que para participar dos seminários é necessário estar inscrito também na Feira do Empreendedor. As inscrições são gratuitas até o dia 30 de setembro pelo site www.feiradoempreendedor.ba.sebrae.com.br. Depois desta data só será possível se inscrever nos dias do evento, no local, com o pagamento de uma taxa de R$ 5,00, valor que será doado à Associação Pracatum Ação Social.

 

A Feira do Empreendedor é realizada pelo Sebrae na Bahia, e conta com os patrocínios da TIM, Fieb, Sistema Faeb/Senar, Desenbahia, Setur/Bahiatursa, Correios, Caixa Econômica, Bradesco, Banco do Nordeste, Petrobrás e Banco do Brasil.
Outras informações podem ser acompanhadas no site www.feiradoempreendedor.ba.sebrae.com.br, e nas redes sociais Sebrae Bahia no Facebook, @sebraebahia no Twitter e no www.youtube.com/SebraeBahia.

 

Serviço
Sebrae na Bahia - (71) 3320.4558 - www.ba.agenciasebrae.com.br
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

 

Fonte: Agência Sebrae

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Legalização atrai empreendedores cariocas

Notícias

 

Empresários, moradores de dois morros da zona sul carioca, se legalizam para poder usufruir das vantagens da formalização, como acesso ao financiamento

 

Regina Mamede

Rio de Janeiro - A possibilidade de atuar dentro da lei e com todos os direitos garantidos, atraiu em apenas 3 horas de atendimento, cerca de 50 moradores do Chapéu Mangueira e Morro da Babilônia, dois morros da zona sul carioca, onde foi montada a Central de Fiscalização, nesta terça-feira (6).

 

O evento Empresa Bacana, parceria entre prefeitura e Sebrae no Rio de Janeiro, permite a concessão imediata do número no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e entrada do pedido para o alvará definitivo. Do total de atendimentos, 31 pessoas foram formalizadas.

 

Trabalhar sem medo foi a justificativa apresentada pelo comerciante Jorge de Carvalho Machado, sobretudo depois da instalação da Unidade de Polícia Comunitária (UPP). "Com o choque de ordem, é melhor pagar um pouquinho por mês do que perder a mercadoria para o fiscal”, argumenta.

 

A possibilidade de atender empresas animou Wander Gonçalves, que trabalha como motoboy. “Com nota fiscal posso atender empresas. O leque de oportunidades é muito maior. Estava de olho nisso desde que li no jornal o caso do dono de uma oficina que se formalizou e só falava bem. Agora, a chance apareceu na porta da minha casa e não podia perder a oportunidade".

 

“Quero registro para as minhas cinco atividades”, brinca Isabel Camelo da Silva que, em sociedade com o marido, administra um espaço que reúne um bar, restaurante, lanchonete, mercearia e depósito de bebidas.“Deixei o emprego há um ano e hoje ganho duas vezes mais. A legalização me interessa porque representa segurança no futuro". Isabel acrescenta ainda, que fazer compras como pessoa jurídica pode representar uma economia de mais de 15%.

 

Ao se formalizar, como empreendedor individual , o trabalhador também passa a ter acesso às linhas de financiamento, com condições diferenciadas e benefícios previdenciários, como aposentadoria. A contribuição mensal corresponde a 5% do salário mínimo para a Previdência Social (atualmente, em R$ 27,25), mais R$ 1 de Imposto sobre Circulação sobre Mercadorias (ICMS), se for comércio, e R$ 5 de Imposto Sobre Serviço (ISS), se for serviço.

 

Serviço
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7852/ 2107- 9110/ 3243-7851/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
www.agenciasebrae.com.br
www.twitter.com/sebrae
www.facebook.com/sebrae

Sebrae no Rio de Janeiro: (21) 2212-7971

 

Fonte: Agência Sebrae

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Administração do caixa é essencial ao empreendedor

Notícias

 

Diário do Grande ABC

Pedro Souza - Do Diário do Grande ABC


Há 20 anos Gerson Gomes sustenta a família com a venda de pipoca. Atualmente, com a ajuda de sua mulher Iraci, o empreendedor mantém quiosque na praça do Centro de Ribeirão Pires. "O movimento aumentou muito desde quando a Prefeitura nos concedeu o direito de vender no quiosque", contou, lembrando que está no local há um ano e meio.

 

O faturamento do negócio garantiu o sustento da família durante todos os anos de sua existência. "Conseguimos sobreviver", afirmou Gomes. Tanto que o microempresário comemora a condição de vida que deu para as filhas, suficiente para que elas seguissem os próprios passos e se graduassem, uma em administração de empresas e a outra em odontologia.

 

E todas as conquistas dos Gomes são resultados de boa administração do caixa do negócio. "Sempre anotamos tudo no caderninho. Tudo o que compramos e tudo o que vendemos, para ver se no fim do mês a conta bate", explicou o empreendedor.

 

A gestão de caixa que a família Gomes faz, anotando tudo, é bem vista pelos especialistas. "Isso é perfeito. Independente de como ele esteja fazendo. É importante. Assim o autônomo, ou microempresário, acostuma com as contas e entende a sua necessidade de gestão de fluxo de caixa", afirmou o analista da unidade do Sebrae do Grande ABC José Roberto Rodriguez Silva.

 

"O controle do fluxo de caixa é essencial", acrescentou a professora do Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento da FIA Dariane Castanheira. Ela explica que o microempresário deve detalhar tudo o que ele vai comprar no mês, prever quanto custará e quanto ele venderá, para se precaver de imprevistos. "E dinheiro da empresa nunca deve ser misturado com o pessoal. É o princípio da entidade", disse Dariane.

Segundo o Conselho Federal de Contabilidade, o princípio da entidade é a diferenciação entre o patrimônio da empresa e os recursos dos proprietários, com objetivo de comprovação da autonomia patrimonial do negócio e melhor administração contábil.

 

Mesmo sem empresa formada, mas com faturamento mensal à altura de um micronegócio, o taxista de Mauá Leandro Rodrigues Batista afirma que anota tudo o que ganha e gasta em um caderninho. Nos 12 anos que exerce a profissão ele segue a orientação do pai, que também foi motorista de táxi.

 

Um dos colegas de ponto de Batista conta que a gestão do caixa ajuda muito no orçamento. "E todos nós aqui fazemos, porque sempre passamos aos outros o que dá certo", afirmou o taxista César Salvador.

 

MORTALIDADE - O analista do Sebrae lembra que em média, no Estado, a cada dez microempresários que abrem, três fecham em um ano e seis em cinco anos. "E a falta de controle do fluxo de caixa contribui para essa mortalidade. A pessoa perde o controle, se endividando, e a dívida fica tão grande que ela deixa a atividade e vai para o mercado de trabalho para conseguir pagar o que deve."  

 

Mapear é primeiro passo para o novo microempresário

Quem deseja dar os primeiros passos como microempresários deve desenvolver planejamento financeiro, orienta a professora do Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento da FIA Dariane Castanheira.

 

É necessário detalhar todas as receitas e despesas da microempresa antes de abri-la para que não ocorram surpresas no desenrolar da atividade. "Deve prever tudo o que vai comprar. Quanto vão custar os produtos que serão vendidos. E estimar tudo que vai vender", explicou Dariane.

A especialista acrescenta todas as despesas com a operação do negócio devem ser incluídas. "Todo os materiais e os processos. Tudo o que vai gastar com vendas, como as contas de telefone e os salários dos funcionários. Também é preciso considerar as contas administrativas, por exemplo os serviços de contabilidade", detalhou.

 

Orçar os investimentos também é peça chave do planejamento financeiro, garante Dariane. Dentro dessa classe estão bens necessários à microempresa como veículos, computadores e mobília. "Com tudo isso é possível mapear o fluxo de caixa", disse.

 

Depois de aberto o negócio, Dariane sugere mapear o fluxo de caixa uma vez por mês, para que as análises e decisões sobre a empresa ocorram com mais segurança. "É importante fazer um plano de longo prazo, um controle orçamentário, com prazo mínimo de três anos. Assim é possível acompanhar, amplamente, o que vai acontecendo com a empresa", destacou.

 

Fonte: Diário do Grande ABC

CFC

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Redução do INSS para Empreendedor Individual vira lei

Notícias

Válida desde sete de abril deste ano, por meio da Medida Provisória 529, a diminuição da alíquota agora foi convertida na Lei 12.470

Dilma Tavares

Brasília - Está publicada na edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (01), a lei 12.470, de 31 de agosto, que reduz de 11% para 5% a alíquota de contribuição do Empreendedor Individual (EI) para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Esta redução está valendo desde sete de abril deste ano, por meio da Medida Provisória 529 - que foi convertida na lei 12.470. Isso significou uma redução de 59,95 para R$ 27,25 do valor que esses empreendedores recolhiam para a Previdência Social. A medida beneficia mais de 1,5 milhão de EI que já existem no país.

Em vigor desde julho de 2009, o EI é uma maneira especial de formalização de profissionais que exercem atividades econômicas por conta própria e que têm receita bruta anual de até R$ 36 mil. Entre os exemplos estão os chamados ambulantes, como vendedores de cachorro quente e churrasquinho, além de outras atividades, como taxistas e mágicos.

O registro é feito via Internet, no Portal do Empreendedor, de forma gratuita e sem entrega de documento na Junta Comercial. Formalizados, eles pagam uma taxa mensal fixa, composta da seguinte forma: 5% sobre o valor do salário mínimo para o INSS, mais R$ 1 se atuar nas áreas de indústria e comércio ou R$ 5, se for do setor de serviços.

A lei estabelece também, trâmite especial e simplificado para o processo de abertura, registro, alteração e fechamento do negócio do Empreendedor Individual. Conforme a medida, esses processos devem ocorrer preferencialmente de forma eletrônica, via Internet.

Mudanças

Na última quarta-feira (31) a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar 87/11 que, entre as medidas, amplia de R$ 36 mil para R$ 60 mil o teto da receita bruta anual do EI e institui mais simplificações para esses empreendedores, como a alteração e fechamento do negócio via Internet e a qualquer tempo. O projeto ainda terá que ser votado no Senado.

Serviço
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7852/ 2107- 9110/ 3243-7851/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
www.agenciasebrae.com.br
www.twitter.com/sebrae
www.facebook.com/sebrae

Fonte: Agência Sebrae

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Sebrae oferece cursos gratuitos para empreendedores

Notícias

Programa já está no banco de soluções e será oferecido no sistema de educação a distância, via SMS e em cartilhas

Marlei Ferreira

Brasília - Desde o dia 15 de agosto estão disponíveis no Banco de Soluções do Sebrae todos os sete produtos que compõem o programa Sebrae para Empreendedores Individuais (SEI). Cada unidade da federação pode usufruir das informações e aplicar as oficinas de acordo com as necessidades regionais. Para viabilizar a aplicação nos estados, o Sebrae Nacional capacitou pelo menos um gestor e um multiplicador em cada estado e no Distrito Federal.

O programa SEI, lançado no final de junho, é composto de sete linhas de produtos: SEI Vender, SEI Comprar, SEI Controlar Meu Dinheiro, SEI Planejar, SEI Administrar, SEI Empreender e SEI Unir Forças para Melhorar. São abordadas áreas de finanças, vendas, administração, empreendedorismo, compras, planejamento e cooperação.

O programa também prevê a publicação de cartilhas, cujo conteúdo já está definido e em processo de revisão, formatação e editoração. O SEI também deverá ser disponibilizado no sistema de educação a distância, via SMS.

Produtos

SEI Vender - Trabalha os conceitos de mercado e elementos do marketing, de forma integrada, de maneira a potencializar a capacidade de negociação e ampliar as vendas. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS). Para o segmento de varejo há ainda a opção do kit educativo Boas Vendas, composto por material impresso (com exercícios sobre o tema) e vídeos para o participante dar andamento ao aprendizado fora da sala de aula. Ao todo, são dez vídeos em formato de telenovela sobre conceitos de negócio, ponto comercial, a importância de comprar bem, a definição do preço de vendas, o atendimento ao varejo, fidelização de cliente, concorrência, divulgação e lucros.

SEI Controlar meu Dinheiro - Mostra a importância do controle de caixa (diário e futuro) bem como das contas a pagar e a receber para uso mais racional do dinheiro, investimentos adequados e maior capacidade de negociação. A solução apresenta estratégias importantes que irão ajudar o empreendedor individual a fazer a análise financeira do seu negócio. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS).

SEI Comprar - Aborda elementos essenciais da compra e estratégias para adquirir os produtos ou serviços necessários, com a qualidade adequada, preços e prazos de pagamento favoráveis para atender bem aos clientes e aumentar os lucros. Entre os tópicos estão planejamento de negociação com fornecedores, relação custo-benefício nas compras para melhor atender ao cliente, seleção e procedência do que deve ser comprado. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas; uma cartilha; e capacitação à distância via celular (SMS).

SEI Empreender - Estimula o desenvolvimento das características empreendedoras do aluno com os objetivos de aumentar sua competitividade e a permanência no mercado. A solução compreende os princípios, fundamentos e práticas do empreendedorismo, além de reflexão sobre o potencial empreendedor do participante e da importância da tomada de decisões responsáveis e conscientes em um negócio. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS).

SEI Unir Forças para Melhorar - Os participantes terão a oportunidade de conhecer as vantagens e ganhos de empreender ações coletivas, formando uma rede de negócios para aumentar a competitividade no mercado, além de superar problemas, desafios e necessidades comuns. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS).

SEI Planejar - Contribui para que o empreendedor individual possa adotar um processo de trabalho mais organizado para melhorar o desempenho de sua empresa e aumentar sua competitividade de modo sustentável, oferecendo produtos e serviços de qualidade e com preços atrativos. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS).

SEI Administrar - Ensina como planejar um negócio, melhorar os resultados, contornar e evitar problemas. A solução também busca desenvolver a características do participante como empreendedor. Os conteúdos serão trabalhados por meio de dois kits educativos: o Aprender a Empreender (nas modalidades telessala e semipresencial), na área de gestão, e o Aprender Empreender – Serviços, no setor de serviços.

Serviço
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7852/ 2107- 9110/ 3243-7851/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
www.agenciasebrae.com.br
www.twitter.com/sebrae
www.facebook.com/sebrae

Fonte: Agência Sebrae

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Empreendedor Individual bate meta registrando avanços

Notícias

 

Entre eles estão a redução da alíquota do INSS, crédito orientado e a possível ampliação do teto da receita bruta anual, passando de R$ 36 mil para R$ 60 mil

 

Dilma Tavares

Brasília - Em vigor desde julho de 2009, o Empreendedor Individual contabiliza hoje mais de 1,5 milhão de formalizações. Entre os principais avanços do programa está a redução de 11% para 5% da alíquota sobre o salário mínimo da contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

 

Ao se formalizar, o trabalhador paga uma taxa fixa mensal constituída pelos 5% sobre o salário mínimo recolhidos para o INSS, mais R$ 1, se o seu negócio for das áreas de indústria ou comércio, ou R$ 5, se for do setor de serviços. Hoje, somados, esses valores ficam assim: R$ 28,25 para quem é da área de indústria ou comércio, e R$ 32,25 para quem é de serviço.

 

Os empreendedores formalizados podem tirar o registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), emitir nota fiscal, acessar financiamentos e participar de licitações públicas, além de garantir a cobertura da Previdência Social.

 

Crédito
Os empreendedores individuais também estão incluídos no público-alvo do Programa Nacional de Microcrédito (Crescer), lançado dia 24 de agosto pelo governo federal, voltado para geração e renda. Os bancos envolvidos no projeto – Banco do Brasil, Caixa, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia – vão liberar empréstimos para empreendedores informais, empreendedores individuais e microempresários, no valor de R$ 15 mil por operação, com juros de 8% ao ano.

 

Faturamento

O governo federal também decidiu ampliar de R$ 36 mil para R$ 60 mil o limite de faturamento do Empreendedor Individual. A medida consta em projeto enviado pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso Nacional no início de agosto e depende de aprovação dos parlamentares para entrar em vigor.

 

Serviço
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7852/ 2107- 9110/ 3243-7851/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
www.agenciasebrae.com.br
www.twitter.com/sebrae
www.facebook.com/sebrae

 

Fonte: Agência Sebrae

Brasil já tem 1,5 milhão de empreendedores individuais

Notícias

Meta nacional do programa para 2011 foi batida quatro meses antes do fim do ano

  • Dilma Tavares

Divulgação
Formalização dá cidadania a profissionais

Formalização dá cidadania a profissionais

Brasília - A meta nacional de 1,5 milhão de empreendedores individuais em 2011, pactuada pelo governo federal e instituições de apoio à formalização no país, foi batida nesta semana, quatro meses antes do fim do ano. Até a meia noite de ontem, o sistema registrava 1.503.762 registros. Ao longo de agosto, houve 103,3 mil formalizações, com uma média de 3,4 mil por dia.

“As formalizações avançam em todo o país. Há uma grande adesão porque é um bom negócio ser formal”, diz o diretor-técnico e presidente em exercício do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, ao comentar os 1,5 milhão de empreendedores que saíram da informalidade. Segundo ele, a Lei Complementar 128/08, que criou a figura jurídica do Empreendedor Individual, representa “uma reforma microeconômica e muda a história do Brasil”.

Até meados de 2009, a informalidade na economia brasileira era crescente, lembra Carlos Alberto, ao assinalar que a partir do ano passado o ritmo de formalização se intensificou. “O ano de 2010 entrou para a nossa história econômica, por ser um marco na reversão da informalidade, quando foram registrados mais de 800 mil empreendedores individuais.” Ele aponta a recente redução de 11% para 5% da alíquota da contribuição previdenciária como uma medida governamental que incentiva ainda mais a formalização.

Integrante do grupo de órgãos públicos e instituições responsáveis por colocar o Empreendedor Individual em prática, o Sebrae, junto com parceiros, vem promovendo mobilizações para incentivar as formalizações por meio das chamadas Semana do Empreendedor Individual.

Na primeira mobilização, em junho de 2010, foram 46.593 registros. Na segunda, em outubro, também do ano passado, foram 28.863. E na terceira, no final de junho e início de julho deste ano, foram 47.430 registros por meio dos postos de atendimento do Sebrae.

Empreendedor Individual (EI) é a forma especial de formalização de empreendedores por conta própria como costureiras e chaveiros, entre cerca de 430 ocupações que possibilitam uma receita bruta anual de até R$ 36 mil. Eles recolhem uma alíquota mensal de 5% sobre o salário mínimo para o INSS, mais R$ 1,00 de ICMS, se atuar na indústria ou comércio, e R$ 5,00, se for do setor de serviço.

Os empreendedores formalizados podem tirar o registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), emitir nota fiscal, acessar financiamentos e participar de licitações públicas, além de garantir a cobertura da Previdência Social.

Faturamento

O governo federal também decidiu ampliar de R$ 36 mil para R$ 60 mil o limite de faturamento do Empreendedor Individual. A medida consta em projeto enviado pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso Nacional. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e agora segue para o Senado.

Serviço
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7852/ 2107- 9110/ 3243-7851/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
www.agenciasebrae.com.br
www.twitter.com/sebrae
www.facebook.com/sebrae

Fonte: Agência Sebrae