segunda-feira, 16 de abril de 2012

Atividade legalizada beneficia faxineira em Brasília

Ao se formalizar como empreendedora individual, Izabel Pinho conseguiu aumentar a renda e proporcionar uma vida melhor para a família

Natália Kenupp

BG Press

Izabel Pinho conseguiu aumentar o salário e proporcionar uma vida melhor para a família

Brasília - Quando deixou Fortaleza, no Ceará, para buscar uma vida melhor na capital federal, Izabel Cristina Pinho não imaginou que um dia seria dona do próprio negócio. Recém divorciada do marido, trouxe apenas os dois filhos e muita vontade de vencer na vida. Hoje, aos 40 anos, conta, com muito orgulho, que se tornou empreendedora individual (EI). Ela comemora o sucesso profissional e se emociona quando lembra das dificuldades enfrentadas no passado.

Ao se mudar para Brasília, Izabel decidiu que trabalharia com atividades relacionadas ao que já sabia fazer: limpar e cozinhar. “Comecei a vender cachorro-quente, churrasquinho e refrigerantes na rodoviária de Sobradinho para sustentar meus dois filhos”, conta. Em pouco tempo, fez novos amigos e conseguiu trabalho em uma empresa que terceiriza serviços de limpeza.

Durante oito anos, Izabel se dedicou ao emprego, mas o salário mínimo que ganhava não cobria as despesas da família. “Foi uma época muito difícil. Passamos por algumas dificuldades. Isso só aumentava meu sonho de crescer profissionalmente e alcançar uma vida mais confortável”. Para aumentar a renda, trabalhava nos fins semana, dias de folga e horários vagos.

Em maio de 2011, Izabel tomou uma decisão. Pediu demissão e se tornou empreendedora individual (EI). Com a emissão de notas fiscais, passou a negociar a prestação de serviços com estabelecimentos da área central da cidade. “Já conhecia algumas empresas que poderiam se tornar minhas clientes e corri atrás de novos contatos. A formalização abriu muitas portas”, conta.

Com determinação, Izabel viaja todos os dias de Sobradinho até o Plano Piloto, no centro de Brasília, de ônibus. Leva na mala todos os produtos que precisa para fazer uma boa faxina, inclusive um aspirador de pó. Aos poucos, a situação financeira da EI melhora. “Meu padrão de vida saltou para outro patamar. Não preciso mais trabalhar nos fins de semana e já estou economizando para comprar um carro”, comemora.

Os 21 clientes que atualmente engordam a conta bancária de Izabel são apenas os primeiros no sonho de se tornar uma empresária. “Participo de cursos online oferecidos pelo Sebrae no Distrito Federal para aprender mecanismos que me levem ao sucesso profissional. Por meio das capacitações, já aprendi, por exemplo, como atender os clientes com qualidade e a administrar as finanças com mais propriedade”, afirma.


Serviço:

Sebrae no Distrito Federal
Atendimento à impresa:
Natália Kenupp – nataliakenupp@rp1.com.br – 9115-5976
Kelly Valente – kellyvalente@rp1.com.br – 9333-5930
Regina Trindade – reginatrindade@rp1.com.br

RP1 Comunicação Brasília
Tel. 61 3328-5687 / 3328-0665
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Fonte: Agência Sebrae

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Estado de São Paulo chega a marca de meio milhão de empreendedores individuais

Notícias

 

O Estado de São Paulo já conta com meio milhão de empreendedores individuais. A informação foi confirmada hoje pelo Sebrae com base em dados coletados pela Junta Comercial de São Paulo. De acordo com os dados, no primeiro trimestre do ano, das 133.656 empresas abertas no estado 85.051 são de empreendedores individuais - 64% do total.

 

"Os registros da nova modalidade ainda deverão crescer durante um período até se estabilizarem a longo prazo", afirmou o presidente da Junta Comercial, José Constantino de Bastos Júnior. De acordo com a entidade, o registro de empreendedores individuais cresceu 41% no ano passado em relação a 2010.

 

Quatro motivos para você se tornar empreendedor individual

 

1 . Resgate da autoestima

 

“O empreendedor com uma empresa formalizada passa a se ver de outra maneira, uma vez que a informalidade está muito ligada ao que é ilegal e ilícito”, diz Durante, do Sebrae. A formalização ainda abre um mundo de possibilidades para a empresa, que passa ser reconhecida no mercado e a ter acesso a uma série de benefícios e oportunidades que não existem no mercado informal.

 

2. Proteção previdenciária

 

O empreendedor individual tem direito a cobertura previdenciária para ele e sua família. Estão incluídos benefícios como auxílio-doença, aposentadoria por idade, salário-maternidade após carência, pensão e auxilio reclusão. “Ele fica protegido em casos de doença, acidente e pode ter aposentadoria por idade, uma segurança importante para o empreendedor”, diz Durante.

 

3. Maior facilidade para obter crédito

 

Com um número de CNPJ, o empreendedor pode recorrer a linhas de crédito específicas para empresas de pequeno porte, sem a necessidade de recorrer a esse financiamento como pessoa física. “As linhas para pessoa jurídica têm tarifas e taxas de juros menores”, explica o especialista.

 

4. Melhora na relação com fornecedores e clientes

 

A lei permite que Empreendedores Individuais se organizem em consórcios para realizar compras conjuntas. Essa medida permite que as empresas tenha acesso a melhores preços e condições de pagamento, uma vez que a compra será realizada em maior volume. Outra vantagem do programa é que as empresas participantes podem concorrer às licitações do governo nas três esferas: federal, estadual e municipal. Com o aumento dos Investimentos em infraestrutura por causa de eventos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o número de oportunidade aumenta e quem está formalizado sai na frente.

Fonte: Estadão

 

sexta-feira, 30 de março de 2012

Soluções para reduzir a informalidade no Brasil

Notícias

Projeto do Dieese, que tem o apoio do Sebrae, mostra caminhos para aumentar a formalização no país

Beth Matias

São Paulo - Identificar os gargalos que dificultam a formalização em áreas onde há grande concentração de empresas e trabalhadores informais é o principal objetivo do Projeto Redução da Informalidade por Meio do Diálogo Social, encabeçado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A iniciativa tem ainda a participação de seis ministérios, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), da Fundação Banco do Brasil e do Sebrae.

O piloto da ação, que teve início em 2009, inclui trabalhadores e empresas de seis diferentes regiões e setores: comércio no Rio Grande do Sul, construção civil em Curitiba (PR), trabalhadores da agricultura familiar em Ituporanga (SC), assalariados rurais em Morrinhos (GO), indústria do vestuário no Agreste Nordestino e cooperados no Ceará. “O projeto termina em 2013, mas queremos dar um passo à frente e torná-lo permanente já no segundo semestre. Um indicador de sucesso é a entrada do Sebrae no grupo de trabalho”, disse o diretor Técnico do Dieese, Clemente Ganz, que participou nesta quinta-feira (29), em São Paulo, do Seminário Difusão das Ações Coletivas para a Formalização.

Para Helena Rego, analista técnica de Políticas Públicas do Sebrae, a ação do Dieese converge com o trabalho que o Sebrae realiza com o Empreendedor Individual (EI). “O EI é hoje o grande cliente da instituição. Queremos levar aos seis territórios do projeto a formalização e a capacitação. Vamos também acompanhar o desenvolvimento desses empreendedores individuais e a sustentabilidade do negócio“, afirmou.

A informalidade no Brasil diminuiu nos últimos 17 anos, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em 2002, 56% da População Economicamente Ativa (PEA) trabalhava na informalidade, contra 46% em 2009. Fatores como o crescimento da economia e políticas governamentais voltadas para à formalização foram importantes para o crescimento do número de trabalhadores e empreendedores formais.

“Queremos tornar o Brasil mais formal. Para isso, ampliamos a nossa rede de atendimento, intensificamos a fiscalização e a qualificação do trabalhador. O projeto mostra onde estão as dificuldades relacionadas ao Ministério do Trabalho nos territórios e nós tentamos resolvê-las”, enfatizou o diretor do Departamento de Emprego e Salário do MTE, Rodolfo Torelly.

Já em relação à previdência, explicou o secretário de Políticas de Previdência Social do MPS, Leonardo Rolim, o objetivo é aumentar a cobertura previdenciária. A meta para 2015 é chegar a 77% da PEA com cobertura da Previdência. “Em 2009, tínhamos 69%. A metodologia aplicada nesse projeto é perfeita para lutar contra as diversas formas de informalidade. O importante é simplificarmos ao máximo para que as pessoas possam aderir à iniciativa, como fizemos com EI”.

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Fonte: Agência Sebrae

Goiás já tem mais de 82 mil empreendedores individuais

Notícias

Estado ocupa sétimo lugar no ranking nacional de profissionais registrados na nova modalidade jurídica

Lorena de Araújo

Goiânia - Goiás está em sétimo lugar no ranking nacional de cadastros no Empreendedor Individual (EI). Até 20 de março, 82.338 autônomos goianos que trabalhavam por conta própria já haviam se inscrito na nova modalidade jurídica. Os dados são da Receita Federal. Saiba mais sobre o empreendedor individual aqui

O EI permite a formalização de profissionais liberais, como costureiras e pedreiros, entre 471 atividades (link abaixo), que alcancem faturamento de, no máximo, R$ 60 mil por ano. Para ser um EI é necessário, ainda, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.

Segundo estudo do Sebrae em Goiás, as atividades econômicas mais procuradas no estado para registro do EI são comércio de artigos do vestuário e acessórios, cabeleireiros e lanchonetes. Já as cinco cidades com o maior número de regularizados pela categoria são Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde e Luziânia.

Serviço
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Fonte: Agência Sebrae

quinta-feira, 29 de março de 2012

Microcrédito financia 200 mil pequenos negócios

Notícias

Estudo do Sebrae e Abcred traça perfil das instituições que atuam nesse segmento no país

Da Redação

Brasília - As instituições operadoras de microcrédito produtivo, caracterizadas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), atendem por ano às necessidades de crédito de 200 mil pequenos negócios. O crédito médio por empreendimento é de R$ 2,8 mil, apresentando menor valor nas regiões Nordeste (R$ 1,8 mil), Centro-Oeste (R$ 1,9 mil) e Norte (R$ 2,6 mil), e maior nas regiões Sul e Sudeste - a média é de R$ 4,6 mil e R$ 3,4 mil, respectivamente.

Desses pequenos negócios, 55% estão no comércio, 28% no setor de serviços, 12% na indústria e 5% na agricultura. Entre os tomadores de microcrédito junto às Oscip, os negócios formais já atingem 25%. São empreendedores individuais (EI) e micro e pequenas empresas (MPE). Os demais são empreendimentos informais, atendidos há cerca de dez anos por essas instituições, a exemplo do Banco do Povo.

Os dados constam da pesquisa Perfil das Instituições de Microfinanças no Brasil, que entrevistou 75 das 103 organizações em atividade, identificadas como Oscip e cadastradas no Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O trabalho foi feito pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (Abcred).

O objetivo do Sebrae e da Abcred é conhecer a realidade dessas organizações para desenhar propostas de políticas públicas e facilitar o acesso dos empreendedores às Oscip de microcrédito. “É importante que os empreendedores individuais e os proprietários de micro e pequenas empresas tenham acesso a crédito e a outros produtos e serviços financeiros em prazos e condições mais adequados às suas necessidades”, destaca o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

O presidente da Abcred, Almir da Costa Pereira, por sua vez, quer intensificar o diálogo com o governo tendo em vista o alinhamento da política de microcrédito produtivo orientado com as Oscip. “Diferentemente dos bancos públicos e privados, que dispõem de um leque diversificado de serviços financeiros, além da oferta de microcrédito subsidiado pelo programa Crescer, do governo federal, as Oscip operam com um único produto“, pondera o presidente da Abcred.

Outro diferencial em relação aos bancos públicos, segundo a Abcred, está no fato de as Oscip serem pró-ativas, com forte presença dos agentes de crédito nas comunidades. Por isso, dependem de mão de obra intensiva em suas operações. Há mais de dez anos, as Oscip de microcrédito praticam taxas entre 2,5% a 3,9% ao mês. Em 2011, o programa Crescer começou oferecendo 8% ao ano. “Operar com taxas que não cobrem o custo pode comprometer a perenidade das Oscip de microcrédito”, alerta o Almir Pereira, que mantém diálogo com o governo federal, pois considera que “essas instituições da sociedade civil historicamente sempre ofereceram crédito em condições mais acessíveis”.

Perfil das MPE e Empreendedor Individual

O crédito médio aferido aos clientes MPE e EI foi 40% superior ao crédito dos empreendedores informais (R$ 2 mil). Embora o crédito na região norte seja um dos menores, o tempo médio das operações nessa região é de 14,6 meses, frente a uma média nacional de 11,5 meses. Dos clientes MPE e EI, apenas 6,3% são inadimplentes (pagam com atraso).

Entre as garantias exigidas dos empreendedores pelas instituições estão o aval, a garantia solidária, a garantia real e a fiança. Para avaliar o montante a ser financiado, as Oscips fazem análise de crédito por meio de um levantamento socioeconômico, com dados da atividade e da família do empreendedor.

O valor médio da carteira de operações de crédito de cada instituição fica em R$ 5,8 milhões. Os recursos são provenientes de bancos de desenvolvimento regionais, agências de fomento e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A maioria dos empresários toma o crédito para formar capital de giro ou comprar estoque, investir e construir ou reformar o estabelecimento.

A maioria das instituições que fazem operações de microcrédito produtivo orientado surgiu há pouco tempo. Seis em cada dez foram criadas entre 2000 e 2011. Em média, cada uma possui dois gerentes e dois diretores, além de 15 agentes de crédito e 1.953 clientes. Quanto à distribuição geográfica, 56% estão nas regiões Sul e Sudeste (28% cada). Outras 27% ficam no Nordeste, 9% no Centro-Oeste e 8% no Norte.

A pesquisa mostrou ainda que seis em cada dez instituições entrevistadas possuem parcerias com o Sebrae em ações de apoio às MPE e aos EI. A maioria delas é voltada à capacitação e apoio em consultorias.

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Fonte: Agência Sebrae

segunda-feira, 26 de março de 2012

Costureira quer ampliar equipe para atender demandas

Notícias

Para empreendedora individual, Bolsa Família contribui para a renda familiar

Sebrae/BA

Empreendedora Jurema Jesus Ávila

Brasília - Para ficar mais próxima do filho, Jurema Jesus Ávila resolveu mudar de profissão. Ela atuava no setor de vendas e passava grande parte do tempo viajando. Decidida, Jurema fez um curso de corte e costura e, há dois anos, trabalha com pequenos consertos e cria peças de roupas. No ano passado, ela se cadastrou como empreendedora individual (EI) e já faz planos para crescer.

O pagamento do INSS a um valor mais baixo foi um grande atrativo para a formalização da costureira. Agora, seu objetivo é aumentar a equipe para atender a demandas maiores, pois a legislação permite que o empreendedor individual contrate um empregado. “Hoje, trabalho sozinha. Por isso, não dá para fazer entregas em grande quantidade”, diz.

Jurema comemora outras vantagens da legalização, como acesso a benefícios da Previdência Social e a venda de produtos com emissão de nota fiscal. Hoje, o Bolsa Família contribui para o meu sustento, enquanto o meu negócio não deslancha”, afirma.

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Fonte: Agência Sebrae

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Pernambuco é o oitavo estado em formalizações


Notícias

Até dezembro do ano passado foram registrados 66.196 empreendedores individuais
Débora Pereira
Recife - Formalizar-se passou a ser um dos principais objetivos dos empreendedores brasileiros. De acordo com dados do www.portaldoempreendedor.gov.br">Portal do Empreendedor, aumentou o número de pessoas que desejam investir em qualidade e fazer parte do mercado criando o seu próprio negócio.

Pernambuco é o oitavo estado em número de registros no Brasil. Até dezembro de 2011, 66.196 empreendedores individuais já haviam sido cadastrados no estado.

O empreendedor individual Anderson de Oliveira trabalhou durante dois anos como supervisor em uma empresa de cosméticos. No mês passado, formalizou-se com o intuito de organizar e expandir seus negócios. Com experiência na área e conhecimento sobre os produtos e clientes, Anderson abriu uma empresa revendedora de cosméticos, em Olinda. Hoje, o empreendimento já possui dois funcionários internos e quatro vendedores externos.
Serviço:
Sebrae em Pernambuco
www.pe.sebrae.com.br
0800 570 0800
Fonte: Agência Sebrae