quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Operadores do Empreendedor Individual reforçam estratégias

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Reunião com ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e com o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, será nesta quarta-feira (11)

Dilma Tavares

Brasília - Integrantes do Sebrae, dos ministérios da Previdência Social e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), além de outros órgãos de governo e do setor empresarial, reúnem-se nesta quarta-feira (11), para avaliar e reforçar estratégias voltadas para o Empreendedor Individual.

A reunião será realizada a partir das 9 horas, no Ministério da Previdência, com a participação do ministro Carlos Eduardo Gabas e do presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. Na programação estão temas como o desempenho das ações de incentivo à formalização; atendimento e orientação; e produtos e serviços bancários para esses empreendedores.

Empreendedor Individual (EI) é o mecanismo jurídico que possibilita a formalização de empreendedores autônomos, como cabeleireiras e vendedores de churrasquinho, entre dezenas de outros. O EI integra a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa ( Lei Complementar 123/06), incluído por meio da Lei Complementar 128/08. O Sebrae trabalha para contribuir com a meta nacional de formalizar um milhão de empreendedores até dezembro de 2010.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 8118-9821
www.agenciasebrae.combr

Fonte: Agência Sebrae

 

 

 

Ex-aluna do projeto ViraVida adere ao Empreendedor Individual

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Com apoio do Sebrae e parceiros, Kleitiane Silva do Nascimento formaliza sua pequena loja de confecção no Rio Grande do Norte e prepara voos mais altos no mundo empresarial

Regina Xeyla

Brasília - Ser empresária. Este sempre foi o sonho de Kleitiane Silva do Nascimento, 23 anos, moradora da Ilha do Camarão, no Rio Grande do Norte. Com muita força de vontade a jovem conseguiu sair de uma situação de risco de exploração sexual e montou seu próprio empreendimento no setor de confecção. Ela agora é proprietária de uma loja de roupas. No início, Kletiane começou na informalidade, situação mudada neste mês, quando se tornou empreendedora individual. Saiba mais sobre esta figura jurídica no Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br).

A jovem conseguiu a nova oportunidade a partir do projeto Viravida, criado há dois anos pelo Conselho Nacional do Sesi e desenvolvido com o apoio do Sistema S (Senac, Sesc, Sebrae, Senai, e Sescoop) em parceria com Organizações Não-Governamentais. O grande diferencial do Projeto é que o jovem pode optar por ser inserido no mercado ou trilhar o caminho do empreendedorismo. No dia 17 deste mês, o projeto irá formar mais quatro turmas no Rio Grande do Norte. “Cem jovens já passaram pelo projeto no estado. Na primeira etapa foram formados 29 e agora, na segunda etapa, serão 71 alunos”, informa Gilson Costa, coordenador do projeto pelo Serviço Social da Indústria no Rio Grande do Norte (Sesi/RN).

Kletiane, moradora de Felipe Camarão, é a primeira jovem no País atendida pelo projeto a montar um negócio efetivamente formalizado. Com o apoio do Sebrae, conheceu a figura do Empreendedor Individual. “Fizemos um atendimento e tiramos todas as suas dúvidas. A empresa estava bem estruturada. Ela também foi orientada a fazer alguns cursos da Matriz de Soluções do Sebrae, como o Aprender a Empreender, Determinação Empreendedora e o Como Vender Mais e Melhor”, conta a coordenadora do ViraVida pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, Flávia Ribeiro Alves.

Sucesso

O início não foi fácil, segundo lembra a empresária. Mas a jovem empreendedora conta que agarrou com todas as forças as oportunidades que foram surgindo. A experiência como sacoleira e a bolsa no valor de R$ 500 que recebia por fazer parte do Projeto ViraVida criaram um ambiente favorável para Kletiane dar os primeiros passos na montagem informal de uma pequena lojinha de confecção na comunidade de Passo da Pátria. O sucesso foi maior que o esperado. Ela lembra que em outubro de 2009 o faturamento chegou a R$ 3 mil.

Hoje ela comemora a abertura formal da sua mais nova loja, a 'Visualize', localizada no bairro Felipe Camarão. “Trabalho mais segura. Minha empresa tem Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Agora vou poder disponibilizar serviços na minha loja que antes não eram possíveis por ser informal, como a disponibilidade de cartão de crédito”, diz Kleitiane. Para abastecer sua loja, ela traz roupas de Pernambuco e do Ceará, rotina que, segundo ela, está com os dias contados. Isso porque a jovem está colocando em prática o que aprendeu no curso de Desenho e Moda oferecido pelo ViraVida. “Eu desenho os modelos e a costureira monta as peças. Com isso, quero diversificar meu estoque  e aumentar o faturamento. Estou muito feliz”, comemora.

ViraVida

No projeto ViraVida a formação profissional do jovem ou adolescente é obtida simultaneamente com ações de educação básica continuada para elevação da escolaridade. O projeto já contabiliza 628 jovens e adolescentes atendidos, sendo 70% do sexo feminino. Do total dos atendidos: 181 jovens foram inseridos no mercado de trabalho; 158 participam de processo seletivo para ingressar no mercado de trabalho; e 227 alunos estão em processo socioeducatico (em sala de aula). Em junho, o número geral de evasão foi de 62 alunos.

O Projeto ViraVida atua em sete cidades de seis estados e do Distrito Federal: Fortaleza (CE), Recife (PE), Natal (RN), Belém (PA), Brasília (DF), Teresina (PI) e Salvador (BA). O projeto está em fase de implantação nas seguintes cidades: Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Curitiba e Foz do Iguaçu (PR).

Serviço:

Sesi no Rio Grande do Norte - (84) 3211- 4586
Sebrae no Rio Grande do Norte - (84) 3616- 7904

Projeto ViraVida - www.vivida.com.br

Portal do Empreendedor – www.portaldoempreendedor.gov.br

Agência Sebrae de Notícias - (61) 2107-9106, 2107-9110, 8118-9821
www.agenciasebrae.com.br
Central de Relacionamento Sebrae – 0800-570-0800

Fonte: Agência Sebrae

 

 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Banese cria linha de crédito para Empreendedor Individual

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Compromisso com o Sebrae foi assinado durante a Feira do Empreendedor 2010, que estará aberta até este sábado em Aracaju

DA ASN/SE

Aracaju -  O Sebrae e o Banco do Estado de Sergipe (Banese) assinaram termo de compromisso para criar uma linha de crédito especial direcionada aos Empreendedores Individuais – EI. O acordo foi selado durante a Feira do Empreendedor 2010, em Aracaju. A Feira foi aberta na última quarta-feira e ficará aberta até este sábado.

O EI é uma nova categoria criada para estimular a formalização de trabalha por conta própria ou tem um pequeno negócio. Podem ser cadastrar domo EI os empreendedores que possuem no máximo um funcionário e têm receita bruta anual de até R$ 36 mil.

Segundo o presidente do Banese, Saumíneo Nascimento, as vantagens de quem for solicitar a linha de crédito serão grandes. “O profissional formal terá direito a crédito para investimento fixo, que é destinado à implantação, modernização ou ampliação das instalações físicas da empresa e aquisição de máquinas, equipamentos, móveis e utensílios. O financiamento poderá ser pago em até 36 meses, incluindo um período de carência de até 3 meses”, explica.

“Oferecemos condições adequadas e facilidade, com isso, as operações do Banese são alavancadas e ajudamos aos empreendedores a crescer. Estamos satisfeitos com essa nova parceria com o Sebrae”, enfatiza o presidente. O superintendente do Sebrae em Sergipe, Emanoel Sobral lembrou que a linha de crédito que está sendo agora opeacionalizada havia sido proposta ao Banese quando foi instituída a Lei do Empreendedor Individual.

O banco também oferece linhas de crédito para micro e pequenas empresas, nas modalidades capital de giro e investimento. Os limites de crédito são de R$ 10 mil para pessoas físicas e para firma individual, e R$ 30 mil, até o limite de 20% do faturamento anual, para micro e pequenas empresas.

Serviço:
Assessoria do Sebrae em Sergipe: (79) 2106 7722
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae

 

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Projeto que altera teto do Simples e do Empreendedor Individual já está na Câmara

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A receita bruta anual das empresas para entrar no Simples Nacional sobe de até R$ 2,4 milhões para até R$ 3,6 milhões e o do EI passa de até R$ 36 mil ano para até R$ 48 mil anuais

Dilma Tavares

Brasília - Já está tramitando na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar 591/10, que faz novas alterações à Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06). Entre as mudanças estão a ampliação do teto da receita bruta anual das empresas para inclusão no Simples Nacional e, no caso do Empreendedor Individual, o impededimento de cobrança do registro do EI e o fim das taxas para o funcionamento e para alteração ou baixa de suas atividades econômicas

Para admissão no Simples Nacional, o projeto eleva o teto da receita bruta anual das micro empresas dos atuais R$ 240 mil para R$ 360 mil; para a pequena empresa, o teto sobe dos atuais R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.  

A proposta também permite a entrada de novas categorias econômicas no Simples Nacional, como destilarias de aguardentes artesanais e empresas do setor de serviços que ainda estão fora do regime tributário diferenciado. Essa categoria ficará numa nova tabela de tributação, vantajosa para empresas que tenham pelo menos 40% da sua receita comprometida com a folha de pagamento.

O projeto acaba com a cobrança antecipada do ICMS nas divisas estaduais e via substituição tributária para as empresas do Simples Nacional – sendo que a substituição permanece para empresas como produtoras de combustível, bebidas alcoólicas e cigarros. A explicação para isenção é que essas formas de arrecadação prejudicam as empresas porque anulam o benefício relativo ao ICMS que elas têm dentro do Simples Nacional, “equiparando os menores negócios às mega corporações no que toca à incidência desse tributo”.

Pela proposta, as empresas do Simples Nacional contarão com parcelamento especial automático de débitos tributários obtidos no âmbito desse próprio sistema. A idéia é que o empresário tenha direito a três parcelamentos, inclusive concomitantes. Assim, as empresas recolherão o valor a ser pago no sistema acrescido de um índice sobre a receita fixado em 1% para a pequena empresa 0,5% para a microempresa.

O limite da receita bruta anual para a formalização do Empreendedor Individual sobe de R$ 36 mil para R$ 48 mil. A gratuidade do registro do EI e o fim das taxas para o funcionamento e para alteração ou baixa dessas atividades econômicas já têm consenso na Receita Federal, conforme o deputado Cláudio Vignatti, que preside a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional Também fica permitida a emissão de nota fiscal eletrônica via Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br), por onde é feita a formalização desse público.

O projeto cria ainda o chamado Simples Rural, equiparando, por exemplo, o produtor rural de pequeno porte aos pequenos negócios urbanos para os efeitos da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, incluindo o acesso às compras governamentais. Fica estabelecida a redução do depósito para interposição de recurso na Justiça e a criação, pelos ministérios públicos federal e estaduais, de promotorias de defesa dos empreendedores e dos micro e pequenos negócios.

Expectativa

O projeto é de autoria dos deputados Cláudio Vignatti e Carlos Melles, com apoio de integrantes da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa. A previsão de Vignatti é de que a votação ocorra ainda em 2010, mesmo sendo este um ano eleitoral.

O deputado acredita que a negociação será possível logo após as eleições. A idéia, disse, é que se não for possível votar tudo, que seja votado pelo menos o que é considerado mais urgente: a correção do teto do Simples Nacional r do Empreendedor Individual e o fim da cobrança antecipada do ICMS nas divisas estaduais e via substituição tributária.

“São coisas urgentes que precisamos resolver, se não entram os novos governadores já com a substituição tributária como elemento líquido e certo. Precisamos mudar isso agora”, explicou o deputado.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 8118-9821
www.agenciasebrae.com.br

Fonte: Agência Sebrae

 

Lan houses baianas vão fazer cadastros de empreendedores individuais

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Sebrae Bahia capacitou donos dessas empresas na Região Metropolitana de Salvador para que eles possam legalizar trabalhadores informais

Maiana Lopes

Divulgação

Assinatura de termo de parceria entre donos de lan houses, Sebrae e Sucom Em Salvador

Salvador
- Foi assinado nesta quinta-feira (5), no auditório da sede do Sebrae Bahia, um termo de parceria entre os donos de lan houses, o Sebrae e a Sucom (Superintendência de Ordenamento do Uso do Solo do Município). O evento foi realizado em duas partes. Começou com a assinatura do termo, na presença dos superintendentes do Sebrae Bahia, Edival Passos, e da Sucom, Cláudio da Souza Silva; e Massimo Planta, presidente da Associação Baiana de Centros de Inclusão Digital (ABCID), além de 25 donos de lan houses de Salvador.

Na segunda parte do evento, houve palestras ministradas por Márcio Brandão, presidente da Associação Brasileira de Centro de Inclusão Digital, Márcia Matos, coordenadora nacional do Projeto Lan Houses, e Marcelo Pimenta (Consultor do Sebrae).

Todos enfatizaram a importância das lan houses e os ganhos que essa parceria poderá trazer para a sociedade. “Nossa missão é fomentar o empreendedorismo, alcançar o público da lan house e aproveitar o potencial de conectividade, para que todos ganhem”, afirmou Márcio Brandão.

Para o presidente da Associação Baiana de Centros de Inclusão Digital, Massimo Planta, o objetivo maior é incentivar o empreendedorismo e mudar o conceito de que as lan houses servem apenas para jogos. A associação, que surgiu este ano com a finalidade de contribuir para a organização e o fortalecimento do segmento de lan houses, espera que este seja apenas o começo de um trabalho e que outras parcerias venham ser firmadas para o desenvolvimento da associação.

Para Cláudio Souza da Silva, a lan house é a possibilidade plena de o serviço público chegar à porta dos cidadãos. Também é com esse intuito de ampliar o atendimento que o Sebrae vê a positividade da parceria com as lan houses. “Este é o caminho para tornar o cadastramento do Empreendedor Individual mais próximo do trabalhador por conta própria.

O Sebrae Bahia possui oito pontos fixos para atendimento em Salvador e Região Metropolitana. Com mais 25 lan houses que foram capacitadas e possuem suporte técnico do Sebrae Bahia, o cadastramento de empreendedores individuais será ampliado” afirma Richard Alves, coordenador da Unidade Regional Salvador e Região Metropolitana do Sebrae Bahia.

Dona de uma lan house em Campinas de Brotas, Lucelina Santos diz que está satisfeita com a parceria, pois isso vai aumentar a credibilidade e a divulgação do seu empreendimento. “A procura por acesso ao portal do Sebrae e à Sucom já existe na minha lan house, pois meu público é esse, são as pessoas que precisam desses serviços.”

Projeto tem abrangência nacional

Já existe um projeto nacional lançado pelo Sebrae voltado para lan houses que promove aproximação dos donos dessas empresas na geração de negócios e desenvolvimento do setor em todo o Brasil. Na Bahia, a parceria da Sucom, do Sebrae e dos donos de Lan Houses, é o primeiro passo para a ampliação dos negócios. Marcelo Pimenta, consultor do Sebrae, enfatizou a Raio (Rede de atendimento informação e Orientação), um site que foi criado para que as lan houses possam se tornar ponto de atendimento do Sebrae.

No mesmo evento da assinatura do termo, foi premiado o vencedor do Desafio Lan Sebrae que veio para transformar Lan Houses em ponto de acesso a produtos e serviços Sebrae, articulando 50 empresas e 400 donos de Lan House para cumprimento de 12 atividades. A cada atividade, o jogador acumula pontos para ele e seu padrinho, trilhando seu caminho para se tornar um ponto de acesso a produtos e serviços Sebrae.

O primeiro vencedor do Desafio na Bahia foi Rosenilson de Jesus Carvalho, que tem uma lan house no bairro do Uruguai. Rosenilson conheceu o Desafio pela Abacid (Associação Baiana de Centros de Inclusão Digital). Ele se inscreveu, participou e conseguiu completá-lo em apenas um dia. “Estou muito feliz em receber este prêmio, não esperava, estou completamente surpreso”.

Serviço:
Sebrae na Bahia – (71)3320-4300
Central de Relacionamento Sebrae - 0800-570-0800
Mais informações sobre a Raio - www.raiobrasil.ning.com

Fonte: Agência Sebrae

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Empreendedor Individual tira 1,5 mil da informalidade

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Podem se formalizar através do empreendedor individual as pessoas que trabalham por conta própria e faturam até R$ 36 mil por ano

Da Redação

Cerca de 1.500 pequenos negócios saíram da informalidade em Campina Grande, de fevereiro a julho de 2010, através do Programa Empreendedor Individual, desenvolvido pelo Sebrae-PB. Foi o que informou Gerlane de Sousa Farias Melo, gestora local de projetos do Sebrae, e que participa desde ontem de mais uma mobilização do órgão.

A exemplo do que já foi feito no centro da cidade, e no populoso bairro das Malvinas, na zona oeste, o Sebrae deu mais um passo para o registro de comerciantes que desejam sair da informalidade se tornando empreendedores individuais. Ontem e hoje os pequenos empreendedores interessados em se regularizar estão sendo atendidos na Vila Olímpica. No local eles recebem esclarecimentos e assistem a palestras.

Além dos moradores de José Pinheiro, os residentes nos bairros vizinhos que tenham qualquer tipo de comércio podem tirar suas dúvidas com os técnicos do Sebrae, sobre como fazer para sair da informalidade, fazer seu registro e desfrutar dos benefícios concedidos pela Lei Geral das Microempresas.

Podem se formalizar através do empreendedor individual as pessoas que trabalham por conta própria e faturam até R$ 36 mil por ano. A formalização é feita de forma gratuita, através do Portal do Empreendedor. Os benefícios para quem se legaliza são muitos, entre eles, aposentadoria, auxilio maternidade e o CNPJ da empresa. São 439 categorias que se enquadram no Empreendedor Individual, entre elas, cabeleireiros, manicures e feirantes.

Mais perto

A mobilização nos bairros busca atender toda a cidade levando o Sebrae para mais perto da população contribuindo para a formalização de novos empreendimentos na cidade. “A partir do momento que saímos da agência rumo aos bairros, estamos encurtando a distância entre o Sebrae e os empreendedores, apoiando as pessoas no desenvolvimento de seus negócios, desde a abertura do mesmo”, explicou Nilvânia Silva, analista técnica do setor de orientação empresarial. A ação vai contar ainda com representantes de instituições parceiras como a Junta Comercial e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que tiram dúvidas dos interessados.

Fonte: Correio da Paraíba – PB

Agência Sebrae

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Programa do empreendedor individual supera expectativas

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Pelo projeto, os agentes de crédito da São Paulo Confia não ofereceram apenas o dinheiro, mas também a possibilidade de formalizar o negócio

Daniel Junqueira

Lançado em maio, a Maratona do Microempreendedor Individual (MEI) se encerrou no sábado (31) superando as expectativas da São Paulo Confia. O programa tinha como objetivo tirar mil empreendedores da informalidade, e esse número foi superado. "Chegamos a 17% dos clientes em um prazo pequeno", conta o presidente do conselho administrativo da São Paulo Confia, Hugo Duarte. Atualmente, o programa é líder no mercado de microcrédito na capital paulista e conta com mais de 9 mil clientes. O sucesso da maratona faz a São Paulo Confia sonhar alto. "Em até um ano esperamos atingir 100% dos clientes", prevê Duarte.

Pelo projeto, os agentes de crédito da São Paulo Confia não ofereceram apenas o dinheiro, mas também a possibilidade de formalizar o negócio. "Muitos não acreditam que podem se aposentar por tempo de trabalho. Uma mulher de 45 anos começa agora um negócio e pode se aposentar daqui a 15 anos. Temos uma cartilha explicando claramente isso", explica Duarte. "É um incentivo muito bom e com muito valor para a população. Ajuda a montar a própria vida", finaliza. Para formalizar o negócio pela São Paulo Confia, os microempreendedores devem se dirigir a um dos Centros de Apoio ao Trabalhador (CAT), a uma agência do Sebrae ou mesmo a uma das agências do programa e procurar um agente de crédito, que está preparado tirar dúvidas.

Capacitação

A São Paulo Confia conta com um novo projeto que visa auxiliar na formação de agentes de crédito, profissão que foi regularizada no começo do ano pelo governo federal.

A proposta é capacitar agentes de crédito não só para atuarem pela São Paulo Confia, mas também para o mercado de microcrédito em geral. Será um curso de 360 horas para 80 alunos. Destes, 60 serão contratados pela São Paulo Confia, e o restante estará disponível para o mercado. Os selecionados receberão uma bolsa auxílio durante o curso.

"Vamos tentar buscar universitários que deixaram de estudar e não conseguem voltar para os cursos para acender uma chama para o mercado de trabalho", conta Duarte. "As vagas serão regionalizadas. Quem mora em Campo Limpo, por exemplo, terá vagas para Campo Limpo."

O curso contará com apostilas e material desenvolvido pela São Paulo Confia. Além disso, os agentes de crédito receberão cartilhas com linguagem simples e figuras para entregar aos microempreendedores, ensinando noções básicas de finanças, contabilidade, legislação trabalhistas, entre outras coisas.

O projeto também visa atingir as mulheres, dando um enfoque diferente na formação das agentes. "Destinaremos 50% das vagas para as mulheres. Elas serão preparadas para trabalhar no porta a porta, já que a disposição das pessoas para ouvir mulheres é maior. Enquanto isso, os homens vão incentivar o comércio", explica.

A criação do curso ainda está para ser aprovado e a abertura das inscrições deve começar em agosto. A idade mínima é 18 anos com ensino médio completo.

Outro projeto previsto para os próximos meses é a realização de um evento para mostrar equipamentos que podem ser usados por microempreendedores. Feito em parceria com a indústria, a mostra teria, por exemplo, modelos de forno para serem usados em pizzarias. Duarte espera que a feira aconteça em novembro na capital paulista.

Fonte: Agência Sebrae